HONEYWHALE B20
Dobrável vertical de aro 14 que entra no elevador e no porta-malasPensada pra quem mora em apartamento e não tem onde guardar bicicleta. Dobra na vertical pra 124 x 40 x 78 cm, pesa 21,3 kg e faz até 35 km por carga. Quem sobe elevador com ela todo dia sente a diferença.
Pontos Positivos
- Dobra vertical: fecha de 124 x 53 x 101 cm para 124 x 40 x 78 cm e ocupa um canto do hall, do quarto ou do porta-malas.
- 21,3 kg no total: peso que dá pra levantar num degrau ou embarcar no metrô e no trem sem depender de rampa.
- Motor de 350 W com pico de 440 W: encara aclive de até 15 graus, faixa que cobre a maioria das ladeiras de bairro.
- Três modos de condução: pedal puro, assistido e elétrico com acelerador no guidão, alternáveis conforme o trecho do trajeto.
- Até 35 km por carga: bateria de 36V e 7,8Ah que enche de novo em cerca de 6,5 horas na tomada de casa.
- Freio a disco nas duas rodas: a luz traseira pisca sozinha na frenagem e trabalha com os refletores pra visibilidade em 360 graus.
- Carga de até 120 kg: aguenta o ciclista mais a mochila ou a compra do dia no bagageiro antiderrapante.
- Painel digital completo: mostra velocidade, nível de bateria, modo de condução, quilometragem e status do farol.
Pontos Negativos
- Sem suspensão: não tem amortecedor na frente nem atrás, então rua esburacada chega inteira no banco e a mola do assento ameniza pouco.
- Quadro baixo e aro 14: o porte compacto aperta quem passa de 1,70 m, situação que costuma pedir a troca do canote.
- Força cai com a bateria baixa: abaixo de 40% de carga a entrega do motor diminui, algo a considerar em ida e volta sem recarga no meio.
- Garantia de 90 dias: a cobertura de fábrica é curta pra um produto que ainda exige montagem em casa.
Análise completa do HONEYWHALE B20
Para quem é: a HONEYWHALE B20 mira quem faz o mesmo trajeto urbano todos os dias e não tem onde guardar uma bicicleta inteira em casa. Ela dobra na vertical e some num canto do hall, do quarto ou do porta-malas, o que resolve a parte chata de morar em apartamento pequeno. O recorte de uso é deslocamento curto a médio dentro da cidade, com ladeira de bairro no caminho, e não passeio longo em estrada. Antes de decidir, olhe os dois números que definem quem consegue pilotar: altura mínima de 1,4 m e carga máxima de 120 kg.
Por que gostamos: a dobra é o grande ponto da HONEYWHALE B20. Aberta ela mede 124 x 53 x 101 cm e, fechada, cai pra 124 x 40 x 78 cm, medida que entra em elevador e em porta-malas de carro comum. Os 21,3 kg ajudam nessa hora, porque dá pra levantar num degrau ou embarcar no metrô sem depender de rampa. O motor é de 350 W nominais, com pico de 440 W, e dá conta de aclive de até 15 graus. A bateria de 36V e 7,8Ah rende até 35 km por carga e enche de novo em cerca de 6,5 horas, então a bicicleta amanhece pronta pro dia seguinte. Você alterna entre três modos, pedal puro, assistido e elétrico com acelerador no guidão, e o painel digital mostra velocidade, bateria, modo e quilometragem. De fábrica ela trabalha em três níveis de 15, 20 e 25 km/h, e uma quarta marcha de até 32 km/h fica disponível depois de desbloquear o limitador, com a bicicleta desligada e o botão de ligar pressionado por 10 segundos até aparecer F2 na tela. Essa quarta marcha gasta mais bateria. A frenagem fica por conta de freio a disco nas duas rodas, com luz traseira que pisca sozinha ao frear.
Pontos de atenção: a B20 não tem amortecedor nem na frente nem atrás, e isso aparece rápido em rua esburacada, porque a mola do banco ajuda pouco e o impacto chega inteiro. O porte compacto é a outra ressalva. Com aro de 14 polegadas e quadro baixo, quem passa de 1,70 m costuma precisar trocar o canote pra deixar o assento na altura certa, e o banco original pede substituição em trajeto mais longo. A entrega do motor também diminui quando a bateria fica abaixo de 40%, algo a pesar se o percurso for de ida e volta sem recarga no meio. A proteção é IP54, o que cobre chuva leve mas não autoriza rodar em temporal. E a garantia de fábrica é de 90 dias, prazo curto pra um produto que ainda exige montagem em casa, mesmo que a caixa venha com manual e kit de ferramentas.
Resumo: a HONEYWHALE B20 resolve bem um problema específico: trocar o trajeto urbano diário por uma bicicleta que dobra e cabe num canto do apartamento. Os 21,3 kg, os até 35 km de autonomia e os três modos de condução dão conta do vai e volta do trabalho, e o preço médio a mantém numa faixa acessível pra quem está começando. Ela não é bicicleta pra piso ruim nem pra quem tem porte grande, e o conforto do banco pede ajuste. Dentro desse recorte, é uma primeira elétrica honesta.
Especificações: HONEYWHALE B20
| Motor | 350 W nominais, com pico de 440 W | Bateria | 36V e 7,8Ah, com recarga completa em cerca de 6,5 horas |
|---|---|---|---|
| Autonomia | Até 35 km por carga | Velocidades | Três níveis de 15, 20 e 25 km/h, com quarta marcha de até 32 km/h após desbloquear o limitador |
| Modos de condução | Pedal manual, assistido e elétrico puro com acelerador no guidão | Freios | A disco duplo, dianteiro e traseiro |
| Pneus | 14 polegadas | Medidas | 124 x 53 x 101 cm aberta e 124 x 40 x 78 cm dobrada |
| Peso e carga | 21,3 kg, com capacidade de até 120 kg | Uso e garantia | Altura mínima de 1,4 m e proteção IP54. Exige montagem, com garantia de 90 dias |